Futebol

Quando estava na escola do Cebolinha. eu torcia para o Palmeiras. Sua camiseta era verde e tal, fui na onda…

Ninguém falava muito de futebol em casa. Aí veio a época que o São Paulo começou a ganhar os títulos na libertadores. Nossa que legal, descobri que meus pais tinham mais afeição por esse time, então fui na deles. Tricoloor!

Aí conheci a minha esposa, de família Corinthiana, que acompanha mais sobre futebol. Timão eooo!

No final das contas, não me sinto inserido nesse meio. Talvez se tivesse assistido à partidas no estádio quando criança eu teria mais paixão por isso. Hoje não faço questão, ou melhor, tô cagando para futebol. Você não vai me ouvir falar: “sou cotinthiano sofredor, com muito orgulho!”.

Mas tem uma coisa que atrapalha muito: no trabalho você precisa ter um time, senão você não tem com quem conversar. Tenho que acompanhar as notícias de futebol, tenho que escolher um time, tenho que zoar torcedores dos outros times, senão fico isolado.
Pois é. Vai curintia!

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